O caos que se arrasta na sombra do tempo, poder e loucura transcendem o alento
Amorfa é a imagem demente e profana, refletem a imunda existência humana
O abismo celeste, o sepulcro eterno
A vida esvanece à espera do inferno
Ômega negro, medo infinito, o nome que ecoa além do abismo
Caos primordial, a face do sol, além da existência do bem e do mau
O grito insano, que transcende o tempo, a dança nefasta de dor e tormento
Em sua volta se prostram os eons, disforme matéria, sacrifício divino, imaculada presença que evoca as trevas, existência que surge da natureza perversa
O cosmo que surge da glória profana, fúria, tortura, desprezo e infâmia
Nome proibido, além do tempo, o equilíbrio divino é o eterno tormento
Caos primordial, a face do sol, além da existência do bem e do mau, o grito insano que transcende o tempo, a dança nefasta de dor e tormento
Azathoth