Multisilábicas Eternas

By Tropa do Improviso

On Êxodo: Apocalipse

Released on November 1, 2022

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[Verso 1: M.S.]

Cada sentença cura doença penetrando todas suas células

Rimas incrédulas nas quais eu venho desintegrando fazem décadas

O meu corpo é totalmente sobrehumano, moléculas são atômicas

As minhas velas sempre serão escuras

Aprofundem rituais de macumbas

Minha letra contra o Capeta quebrou no meio a alça da gaveta

Com tanta raiva, eu arrombei a porta e amassei toda a maçaneta

'Cês glorificam assassinos em massa, glorificam serial killer

Favoritam e acessam sites gráficos contendo material filler

Fonte Arial; Teu bonde todo passa mal

Refrigerantes, chianti's, da mesma raça do Hannibal

(Yeah, yeah, yeah)

Sou do tipo que vocês desejam; Do tipo que as mulher beijam

Já tô aqui com a colher e com o queijo

Eu arranco o teu pomo de adão

Apenas com o cromo na minha mão!

Malevolente igual o Apocalipse do X-Men

Eclipse hoje não tem, só se eu for lá no próprio espaço

E pintar a Lua com o seu sangue — A minha arma é o meu cérebro

Jamais, vou temer ruas e gangues!


[Refrão: PAI DA RIMA]

Realizei muitos pecados que eu me arrependo

Visitei muitos lugares que até hoje eu não entendo

Eu sou o PAI DA RIMA, um Samurai contra China

No momento que eu atravessar essa fronteira

Idiotice nunca vai conversar com Teixeira


[Verso 2: G.F.]

Linha gigante, minha avalanche congela tua aliança

Guilherme "Michael Myers" busca Revanche e Vingança (Uh)

Custa um lanche pra minha pança? Se um iniciante te lancha

Esses artistas surfistas não tão livres

3 tubarão-tigres mordem tua prancha

O esquema já tá completo, mas na favela, no complexo

Não aguento mais esses giroflex's na minha janela o reflexo

(Underground!) Choque de realidade, trocar verso com nós

'Cê ia preferir fazer o curso do BOPE

Nem que meus impulsos me dobrem

Essas veias de pulsarem na minha testa não para

Vou abrir uma gravadora no meio da Floresta Aokigahara

Debate político? Eu diria abate crítico

Político enche o cú de dinheiro sujo, tão sujo quanto os mendigos

Hitchcock com o suflê e o purê, R.I.P. Glock

Hip-hop's e procedê's, CDs até de hits Pops

LP's somente pro meu lazer, então sente o quente laser

Do olho do Ciclope, eu adoro mais isso do que molho de strogonoff


[Refrão: PAI DA RIMA]

Realizei muitos pecados que eu me arrependo

Visitei muitos lugares que até hoje eu não entendo

Eu sou o PAI DA RIMA, um Samurai contra China

No momento que eu atravessar essa fronteira

Idiotice nunca vai conversar com Teixeira


[Verso 3: K-Rino]

Idéias sempre serão á prova-de-bala, renova as mala

Uma sova, uma bala proveniente duma supernova que lhe embala

Ter que viajar pra Concova é pala, uma nota de dólar

É uma cota que só serve pra poucas solas em quebra-molas

Bem, controverso, também pronto no meu verso

Explode o Universo e como um efeito-dominó

Eclode todos os comércios pra se alojarem num peito só

Quer feats e beats?! Eu falo "Sim"

Mas antes de rimar neles, assassine

Pessoas igual Michael Myers em Halloween

O Déjá-Vú despeja dor daqueles que almeja cor

Veja o Senhor conforme o bater-de-asas de um beija-flor

Mas o girassol gira pra qual ângulo? Sinal vem do triângulo

O seu final se extende prum retângulo

Já que o meu navegador navega a dor

Meus inimigos camuflados, eu observo-os de lado pelo retrovisor

Seria essa a hora da minha morte? Varinhas não deram sorte

E quem adivinha quem é fraco ou quem é forte?


[Refrão: PAI DA RIMA]

Realizei muitos pecados que eu me arrependo

Visitei muitos lugares que até hoje eu não entendo

Eu sou o PAI DA RIMA, um Samurai contra China

No momento que eu atravessar essa fronteira

Idiotice nunca vai conversar com Teixeira