Released on July 22, 2016

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[Verso 1]

Cheguei no fundo do poço, dei aquele tibum

Me banhei nessa água deliciosa feita por quem só chora

Pois eu tô vendendo lenço aqui não tem tempo ruim

Me derruba a vontade que eu levanto

Feito boneco de posto


[Refrão]

É tanto azar só desastre é o que se vê não dá pra acreditar

A gente faz a felicidade perfurar a barreira da vontade


[Verso 2]

Dei uma mordida no pão que Rogério amassou

Uma gourmetizada, uns temperos, vendi no foodtruck

Eu sou quase um MacGyver do século 21

Se tu não acredita compra ingresso e vai no meu workshop


[Refrão]

É tanto azar só desastre é o que se vê não dá pra acreditar

A gente faz a felicidade perfurar a barreira da vontade


[Verso 3]

Eu sinto que algo podia mudar agora

Ouço vozes gritando a me chamar lá fora

Vem arriscar, vem conquistar, vem sem piscar

Somos a isca no anzol da história

Trago no peito o peso da escolha

Bagagem lotada de tanta memória

Procuro abrigo na mão do perigo

Me encontro perdido no espaço e hora

O valor de ter, o valor de ser

Vão te fazer tropeçar em você

Não adianta esconder

O melhor que está em você

Porque a sabedoria do samurai

Vive dividida entre a guerra e a paz

A lâmina e o corte

O azar e a sorte

A felicidade é você quem faz


[Refrão]

É tanto azar só desastre é o que se vê não dá pra acreditar

A gente faz a felicidade perfurar a barreira da vontade