Vitrine de Rolex

By Solveris

Released on May 29, 2020

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[Verso 1: Dok]

Eu tava escutando um blues

Lembrei das notas azuis

Que te deixavam tão cool

De sapato Jimmy Choo

É quando escutando um blues

Lembrei das noites de chuva

Que a gente passava junto

E só grana era o assunto

Não me importava ninguém

Pra ela menos também

Fazer dinheiro por mal

Se pra nós era tão bem

Último assalto em 'la Rue'

Nos fone tocava um blues

Quando uma bala do sul

Acabou com nosso movie

Eu era um poeta de Nietzsche, cheio da city

Com meus beats, entre bitches

E tu só prova que momentos são poeira

Quando esquecidos pelo tempo

Ou viram música ou viajam com o vento

Corre diário pôr café na mesa

Corre diário pra tirar o blues da cabeça

E quantos desses dias olho no olho dela e vejo

Que da mãe puxou muito mais que mera beleza

Alright!


[Verso 2: Morenna]

O clima já tá bem louco, yeah

Eu só quero amar

Contamos nossas histórias

Futebol no jantar

O clima já tá bem louco, yeah

Eu só quero amar

Contamos nossas histórias

Futebol no jantar

Eu sei que por acaso estou

Fugindo desse caso

Eu sei que posso tudo

Não tenho tempo, mas quero te ver só

Baby


[Refrão: Qualy]

Desacreditado

Sonhos vão, quando se vê envelhece, é tarde demais

Difícil cronometrar

Cada dia um grão de areia que desce

Eu já cansei de perder tempo

Pensando em quanto tempo eu tenho

Eu já cansei de perder tempo

Pensando em quanto tempo eu tenho


[Verso 3: Magro]

Vilarejo (bucólico)

Com vista pro (Vale do Ródano)

Agendei as passagens e fomos nós

Um destino a dois (Nos espera, baby)

Ouvir Slimka

Uma nova língua, Albinen suíço

Garota das montanhas era seu new style

Bem distante do hype

Talvez meu erro foi ser (tão intenso)

Talvez seu erro foi ser (tão intensa)

Mania dos jovens, sempre tão intensos

No fim somos tão carentes, aye

Vividos 7 meses

Me bateu saudade de tudo

Minha city, meu Uno

E perder horas no sol

Queimar a pele é tão bom


[Verso 4: Leozí]

Há quanto tempo ando sem tempo

E o tempo insiste em me deixar

Sem céu azul, sem calmo mar

Sem onda leve, eu vou mergulhar

Eu me deixo afogar em meus desejos

Anseio por um tempo onde seja só nós com tempo de sobra onde

Nossas tardes sejam tipo obras de arte

Vejo a chuva lá fora, eu te vejo indo embora

Não te peço pra ficar, nem te impeço de voar

Mas não deixe de me ligar

Me conta tudo sobre Amsterdã

Que eu te canto uma canção do Djavan, yeah

E a vida segue assim tão singular, sem você no lar

Perdi o gosto, baby


[Refrão: Qualy]

Desacreditado

Sonhos vão, quando se vê envelhece, é tarde demais

Difícil cronometrar

Cada dia um grão de areia que desce

Eu já cansei de perder tempo

Pensando em quanto tempo eu tenho

Eu já cansei de perder tempo

Pensando em quanto tempo eu tenho


[Verso 5: Qualy]

Há tempos te devo

Penso em ti quando escrevo

Minha mente avoada como um avião

Na hora de pousar, arremeto

Entre entender mais de haicais e sonetos

E usar drogas embaixo do coreto

Eu percebi que eu sou forte e poderoso a ponto de botar preço no meu tempo

Me arrependi

É que acordo de mau humor

Mas depois que tu foi embora, piorou

Deixou frio esse cobertor

Fatos que eu deveria acobertar

Mas prefiro lidar com essas dores

Trompetes de garrafa PET

Plástico feito de flores


[Saída: Morenna]

Sem ver, crio escolta

Sem ver, meia luz

Sem ver, tá na hora

Sem ver, me conduz

Sem ver, crio escolta

Sem ver, meia luz

Sem ver, tá na hora

Sem ver, me conduz

Sem ver, crio escolta

Sem ver, meia luz

Sem ver, tá na hora

Sem ver, me conduz

Sem ver, crio escolta

Sem ver, meia luz

Sem ver, tá na hora

Sem ver, me conduz