Preceitos

By Síntese

On Ambrosia

Released on December 4, 2020

Thumbnail

[Letra de "Preceitos"]


[Intro]

This is your last chance

Gaia de preceito

Salve RDF, Colméia Golden Era

Síntese plano divino

Matrero meu terreiro

Vale da Palavras


[Refrão]

Levanta e serve o café que o mundo acabou

Chão brota abaixo do pé se a fé não abalou

Levanta e serve o café que o mundo acabou

Chão brota abaixo do pé se a fé não abalou


[Verso 1]

É a ordem de preceito

E alguns propagam a peste

É o teste

Jorge da Capadócia me veste

Nada como um dia após o outro dia

Sem acumular nem calcular

Ação compassiva pra prosperar

Passional

Recorro aos ancestrais, aos mananciais

Aos signos da luz е às ervas medicinais

Fora do tempo

Na еterna estadia cósmica

Alguma coisa já mudou pra sempre

Com essa aura inóspita

Realeza escravizada, ozônio abaixo

Força do intuir feminino pros neurônios macho

Inverso à inércia social, verso ao inverso

E nunca avesso a esse universo em espiral, que tal?

"Se julga pleno pra sentir? E essa lei que aplica a si?

Da sua luz própria que repousa e ainda ousa sorrir?"

Me perdoe a má sorte

Ao ser portal me fiz deserto

Hoje desperto, mas mortal

Sei lá, não sei ao certo

Um eterno deja vu em releitura

Sã loucura em ruptura

Dando a letra, planeta

O som da cura


[Refrão]

Levanta e serve o café que o mundo acabou

Chão brota abaixo do pé se a fé não abalou

Levanta e serve o café que o mundo acabou

Chão brota abaixo do pé se a fé não abalou


[Ponte]

É a orbe de preceito

E alguns propagam a peste

É o teste

Jorge da Capadócia me veste

É a orbe de preceito

E alguns propagam a peste

É o teste

Jorge da Capadócia me veste


[Verso 2]

Se o spotify te deixou rico, imagina os gringo

Rindo do terceiro mundo brincar de capitalismo

É fogo no Bozo e no Trump

Umaextrapunkprumextrafunk

Memória de elefante no jogo

Minha escola é Rap de louco

Dilato a pupila dos gato preto

Que para pra ver o concerto

De tear sonhos e fatos

Banho de céu

A dança dos planetas, nas veredas

Molotov de álcool gel

Cantando Speed Freaks num equinócio de outono

Procurando beats pras ideias que entono

Desgraça oculta, nossa raça é caça, insulta

Por detrás dessa fumaça que garante seu sono

Falsamente nos respeitam

Senhoras e senhores

Atente aonde suas cabeças deitam

Ginga de caboclo pra que a babilônia caia

Sente em beira a praia e ouça a vaia de Gaia

Cientista das bebidas e timbres de toda espécie

Tecendo novas vestes

Não cessem vossas preces


[Refrão]

Levanta e serve o café que o mundo acabou

Chão brota abaixo do pé se a fé não abalou

Levanta e serve o café que o mundo acabou

Chão brota abaixo do pé se a fé não abalou


[Ponte]

É a orbe de preceito

E alguns propagam a peste

É o teste

Jorge da Capadócia me veste

É a orbe de preceito

E alguns propagam a peste

É o teste

Jorge da Capadócia me veste


[Saida]

Palavras não voltarão vazias

Encherão os vasos até transbordar

Povo infeliz é ira

Povo feliz verá

Toda surdez será...

Palavras não voltarão vazias

Encherão os vasos até transbordar

Povo infeliz é ira

Povo feliz verá

Toda surdez será castigada