Released on May 5, 2016

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Grava, mata, edita, faz upload

Fico pensando como é que cê pôde?

Como é que isso é podre, ostenta maldade

Snuff na veia, só que hoje é verdade

Hombridade medida na bala, obsoletos poderes da fala

Cuidado com o cheiro que emana seus atos ou vai limpar sangue com pano de prato

E é só parasita que existe, bala que cala consiste e mata, que triste

Desiste da bola da vez, porrada no três. Hediondo é o dia e amanhã outro mês, e desde os portugueses a estatística cresce: Gente que morre, desaparece

Por banalidades ou barbaridades, dos ensinamentos do Marquês de Sade

Do que cê sabe? Uns pino pra vibe? E os livro não tem mais lugar onde cabe

Único índice: Mortalidade. Alguns G de droga fingindo amizade

Olho bem nos seus olhos, seu brilho me assusta

Seu sangue é produto, quanto é que ele custa?

Te dão a mão pra te jogar no chão, irmão. Te crucificam e a vida é o perdão

Então desencana do que cê planeja, sua opacidade através da sua inveja

Não é de ninguém que você precisava, nem dessas coisas que não importavam

Mas reaprender como é que se andava, não distorcer como é que se amava

Crianças brincando, sorriso inocente, sem bala no pente, sem bater de frente

Vai consequente e resgata o respeito, mude o conceito, mas faça bem feito

O joio e o trigo estão contaminados

2016, de sítio é o estado, é o governo, é a igreja e o povo é deixado

Sobrevivência, suor por mau trato e cê sua barato, porém os horrores e as dores destroem seu legado

Fato após fato, seu nulo argumento, povo com fome, não come, é isento. Cansados de fazer mais preces ao vento, é fácil enxergar: Vai ficar violento!

Não quero saber o valor do velório, quero viver do meu jeito simplório

Não oro e não colaboro com patifaria, curte os tempos do corre cotia, e não "corre" de droga, bala perdida. Uma verdade: Raça impedida. Massa falida, taça erguida

Estamos em guerra e ela dura uma vida

Sei da sua crença, como cê pensa. Vem com respeito somando as cabeças

Crianças adultas, os filhos das putas. Um naco da alma que o Brasil amputa

Porra

Corre cotia na casa da tia, corre cipó

Corre cotia na casa da tia, corre cipó

Corre cotia na casa da tia, corre cipó, na casa da vó

Corre cotia na casa da tia, corre cipó

Corre!