Released on December 28, 2018

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Hands up, cause sheko is on

The microfono

With da flow

Que le sale del corazón

Garra y coraje agregao a un buen sabor

Y una ispiración que es mi único don

Directo de sampa tráfico mi merca

La chimba tá a pampa, mi merca deja tu mente abierta

La mia es sucia por la humanidad inmundad

Llena de gente con mente prematura

Y por eso la verdad que yo escupa

Derrumba la basura de esta dictadura

Que vivimos y no vimos la cruda

Realidad oscura

Mentiras abundan

El microfone no duda

Escuchó al igual que yo, muchos diciendo ternuras

Pero cuanto dura esta versión de esclavitura ?

Oprimida sin poder ver salida, la gente es mula

Who's da fukin lier

Quem está atrás da tela

O quien la vive en la calle?

El beat no quiere que pare

Siente como el cuello te coce conchatumare

Sem chance, é uma avalanche

Palavras chave

Que abrem a nabe

Mas não bati a nave

Estoy de viaje

Buscando otro nível

Me metí en el fuego

Pero soy el aire cruel

Me apodero del pincel

Para poder ver

Situaciones en papel

Sea un atardecer, un alvorecer

O al anochecer

Te puedo componer

Decirte el horror que a veces suele ser

Hacer esto y saber que

Poco a poco el mundo va pal desagüe

Por conta da sociedade

Que não representa a humanidade

(Refrão)

Quanto vale, a tua liberdade?

Pensa mano quanto vale, a tua liberdade?

Me diz aí, quanto vale a tua liberdade?

Pensa mano quanto vale

Me diz aí, quanto vale a tua liberdade?

A tua liberdade

Se nascemos opressos, pior se se nasce pobre e negro

É mais que um argumento, mais que palavras ao vento

É a verdade do gueto, correndo através do tempo

Bairros marginais, na luta por um sustento

Sobrevivendo e vivendo no inferno

Verás que todo es un juego

Uma utopia governada pelo ego

O mic sente o que penso

É tenso, este momento

Refletindo na caneta cuspindo cada letra

Afogando-me em ideias

Esta é a minha plateia

Desta minha epopeia

De alegria tragédia

Miséria, comédia, sobrevivência

Cura , doença, e sapiência

A paciência, igual o trânsito das seis e meia

Minha paciência, fez isto as onze e meia

Buscando a presença da essência

Nesses dias que a informação aumenta

Igual o tamanho das guerras

Mais ainda as trevas da minha brisa severa

Que retumba dentro da orelha

Lírica singela

De poemas de quebra que são

Problemas na cabeça

De um muleke da favela

S.M.P las magnolias o resto é a minha terra

De bela e agonizante natureza

O sem significado da esfera

Com letra que envenena

Cause be like me levou muitas eras

Segundos na gravidade deste planeta

Desde nascença

Atormentando o sistema

Com poluição sonora de lleca

A droga perfeita para injetar na veia

O doido que escreve e não para

Tem no cérebro uma fábrica

Que dispara lírica pesada

Estruturada como a realidade manda

Balas de palavras mixadas com vida coração e alma

Sampleando as batidas do cora que não descansa

Insanidade exclama

Na hora de compor reclama toneladas

Em barras de epigramas

Combinando com ritmo cada grama