Guilty

By Shad MC

Released on July 4, 2017

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Incógnito esse ébrio tanso estúpido

De fato tão débil, é tenso, és tu puído...

...De mais pra alguém tão jovem

Chega ser risível o fato de ser tão deprimente

Que estas chagas são feitas por suas mãos de morto

Sua vida morta de trama já reprisada

Revendo o filme passado, o spoiler é morrer igual Dead

Se veda, amordaça, trema, "arrepisada"

Ri vendo o filme pesado dos "Pow-Letrados", e qual "bad"... (Não)

Não acaba sad? E essa sede de sair da sede de seda

Não ceda! Você repete, mas se dá sem dar a mínima

Cedo dizia que induzia mais de uma dúzia de medos

Diz, eles! Mas seus dizeres desabam como rei Midas

Mas elas são mazelas e ainda é mais elas, mas zelas

Tanto ao escuro que elas evolaram igual velas

A esse furor se entregou, ai cê furou o "ser integro"

E integrou esse mundo mudo gritante que o lobo matou o lenhador

Não leia a dor, mas leia A Dor de Marguerite

Pois se é fácil um fascínio falso faça

Do mundo a foça que a chuva força com rancor

Pois só consolidam se só lidam com solidão

Cê sabe são tudo, não sãos! É que eles são os...

Oque é lição pra você?

-Vaza!

Visam Visa, não veja Veja, veja a visão conturbada dos que avisam

Parsa pisa, o pão não pensa! Prensa, que só passam na quebrada os que "há visão"

(Han!)

De que vale esse vale nesse vale de maldade?

Talvez vá ler que isso valha mais tempo de validade

Mas é um male igual de malê que mal lembra do que é bondade

Em vez da malha surrada, lamente a mortalidade

Chama a razão que foi se como o fio da foice

Quem dera se fosse fácil igual se queimar na chama

Xamãs rirão desse esforço até o cair da noite

E quem dirá que esse tolo não aguentava lutar?

Alguém diria?

-Não! Mas isso importa?

Não!

Pois não passa de um grão invisível no chão

É que apenas pra você seu sofrimento é grande como Grão Vizir

Ninguém sabia?

-Não!

Nem deram corda?

-Não! Pois disfarçava a mão e a tal da depressão

Chega dar pena as gotas ao vento borrando a estante que não vão sair mais...

Talvez seu brilho seja estar na contracapa do jornal

Posando em gore numa cena menos artística que Mayhem

Chão em deslustre, sujo, mas pra ti seria normal

Passando grito, acena, mas só você via o mayday

-Mayday! Me dei tanto pra essa vida que nem notei

Que já estava morto, pressa, liga diz que voltei...

Disque seu remorso, a morte a ambulância não cura

Essa frieza literal, essa aparência visceral

Meu bem de que valeu seu sofrimento se no fim vão ver sua força como sendo uma fraqueza?

Se quer franqueza te digo:

Que só usam esse discurso pra tirar de suas costas o peso da culpa que vaga junto à morte

Como Wendigo

Digo, sabe bem oque restou!

Pegadas se apagam tão fácil e você nem notou

E o fim é fatídico, o relato satírico porém também empírico

Mas pra ti era lírico, lírico...

Veja que... Esse conto é mais real que os contos que contam pontos nos bolsos de homens maus...

Mas quem se importa, né?

Fim...