Released on June 6, 2014

Thumbnail

[Verso 1]

Sou assassino lirico, levito e ensino-te a sentir rap satirico

Se m'atiro e vingo, é culpa do vinho onírico!

Tu bebe o sangue do saber empírico, típico..

Vivo no rídiculo, mais lívido que um mímico

Um químico dá-me o kick e eu tipo um king fico

Chillin no cubico, com um bico de três - cúbico

E co beat vomito do dick, vês q'sou estúpido?

Q'som estúpido! tou longe do lúcido

So penso em coxa, cutchi, poncha, kush e um bom estúdio nah


[Bridge]

«we tend in our culture to make a radical distinction between drugs and foods

With what we call spices sort of falling somewhere in the middle..

In point of fact, a culture is what it eats...»


[Verso 2]

O rap game é misto mano

Bob marley nisto son

Lisbon a kingston

Cedo ou tarde invisto mon-ey!

«2 chainz, lupe, us ou uk...»

Mas o teu ass eu troquei qd o chess eu matei!

O game eu mudei, big banger no teu play

Tua kenga no meu plate, 'té rebento no koweit

Loada a dica q'eu waito, solto a dica - tá feito!

Solta a dica - tá feio! solta a brita dá um cheiro

Sol tá a abrir no canteiro, semente rebenta co telheiro

E a planta que nasce da terra logo morre no cinzeiro..

Só pombo no meu poleiro rumo à ponte do meu roteiro

Nao espero pela morte, falo com ela primeiro!

Sorte, donzela? solteiro! só com a bela eu me deito

Sa fodam pornostars, eu prefiro filme caseiro!

Chupo o mel e ela o leite, unha na pele, ultimo take

Let them niggaz hate, é o meu motto tipo o Drake

Escrevo linhas sem tinteiro dedicadas a bradas

Que dedicam o dia inteiro a barras pesadas!

E se sentirem um formigueiro são tropas armadas

Subindo o teu cagueiro pa' matar as cigarras!

Vou com punhos de punheteiro fazer-te um fisting no ouvido

Amasso a massa, pão caseiro, cuspo fogo, ficas cozido tropa


[Bridge]

«we can think of numerous examples:

The influence, for instance, of sugar on the growth of 19th century mercantilism

Or the way in which the british manipulated opium policy in the far east

Or, as you mencioned, alcohol, which has always been the drug of choice in western culture..

Who can imagine modern industrial office culture without coffee?

These are major drug dependencies that have placed their stamp on the lives of

Millions and millions of people, its simply that we chose to linguistically define it in such a way

That the effect is not something most people are cognisant of....»


[Outro]

Como é que querias que eu baitasse se eu a terra que tu lavras

Pa' que lavares os dentes se o que suja são palavras

Isto e morte ao dracula, lobisomem ataca

Esquece a bala de prata, no sono espeto-lhe a estaca

Como e que querias que baitasse se eu sou cão e tu não ladras

No rap barko, no biter, tu já nem baitas, enfardas

Isto e cirugia na boca de um vampiro

Conspiro com flow canino pa' te arrancar o canino