Released on September 15, 1997

Thumbnail

[Verso 1]

A minha líbido é tão sensível

E quando vibra faz-me um homem tão incrível

O meu corpo nao é capa pró teu livro mas

Vou ensinar-te o que é sexo à moda antiga

Eu nem digo, dou duas sem tirar

Quem sabe até tiro antes de acabar

Eu quero deixar claro tudo o que é de mim

E só depois de estar em paz eu posso dar


[Refrão]

Embora, agora

Que a líbido trouxe a morte aqui


[Verso 2]

"Olá!", que homem tão amável

Traz um sorriso indeciso que achei agradável

Mas não me sai da cabeça

Quem uma voz na sua tenha dito "tenta"

Protejo as costas evidentemente

Sem humilhar respeito toda a gente

Eu quero deixar claro tudo o que é de mim

E só depois de estar em paz eu posso dar


[Refrão]

Embora, agora

Que a líbido trouxe a morte aqui

Embora, agora

Que a líbido trouxe a morte aqui

Eu não dou


[Verso 3]

Passei nas costas da lei

Mas deu-me alento p'ra micar a carne rija

Neste aquário azul do azulejo

Um estranho peixe pratica um estranho beijo

Outra imagem como no cinema

A porta preta prenha de omissões

Eu quero deixar claro tudo o que é de mim

E só depois de estar em paz eu posso dar


[Refrão]

Embora, agora

Que a líbido trouxe a morte aqui

Embora, agora

Que a líbido trouxe a morte aqui

Já não dou


[Verso 4]

Mal, mal, tudo igual

Ou tudo bem à parte a falta de sal

Nesta rave todos seguem a praxe

E todos trazem a sua cota parte de hash

"Dá-me lume", diz a doce dama

"O meu amigo não controla a chama"

A sua cara foi de quem sacou o jogo

Eu quero deixar claro tudo o que é de mim

E só depois de estar em paz eu posso dar


[Refrão]

Embora, agora

Que a líbido trouxe a morte aqui

Embora, agora

Que a líbido trouxe a morte aqui

Já não dou