Orientai-me

By Oriente

On Desorientado

Released on December 12, 2011

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[Refrão x3]

Aos braços do passado, dedico minhas vitórias

Fiz o melhor que pude, fiz o melhor que pude

De coração aberto, sigo o caminho do meio

Amor e atitude, amor e atitude

Fracassos do passado mudaram minha trajetória

Busquei a plenitude, busquei a plenitude

O esforço foi sincero, me orgulho da nossa história

Se quiser tá elevado, se acostume com a altitude


[Verso 1: Nissin]

Respeite os idosos, cative as crianças

Tire o seu tênis antes de entrar em casa

Respire a flor de lótus e cuide dos seus chacras

A família é sagrada, capaz de me dar asas

Meu lar é um templo para todo tempo

Essência de incenso no oxigênio

Seicho-no-ie, Confúcio e Dalai

De mãe para filho, de avô para pai


[Refrão x3]

Aos braços do passado, dedico minhas vitórias

Fiz o melhor que pude, fiz o melhor que pude

De coração aberto, sigo o caminho do meio

Amor e atitude, amor e atitude

Fracassos do passado mudaram minha trajetória

Busquei a plenitude, busquei a plenitude

O esforço foi sincero, me orgulho da nossa história

Se quiser tá elevado, se acostume com a altitude


[Verso 2: Chino]

E cante o som mais fúnebre de um triste hino

Do sapo ao girino

Do homem ao menino

De Leonardo a Chino

Quem é você?

O que tu tá fazendo aqui?

Veio pra mandar mensagem ou só pra se divertir?

Veio pra interagir? Ou se isolar, se deprimir?

Se derramar até as teias do tempo te consumir?

Seguir o caminho do Tao, quando o tal trem das sete partir

Chorar e sorrir, chover e sentir, chapar e usufruir

O bendito fruto, nada e tudo, estudo do eterno mistério de existir

O sopro divino é dedicado a ti, com o talento de Deus

Tome cuidado na estrada longa e mal iluminada

Deixe que seus ouvidos encontre meus

Murmúrios, martírios, vitória do relógio que Salvador Dali derreteu

Nos ombros do homem hipnotizado por conforto

Os loucos partem aos poucos, sabendo que é digno morrer vivendo

E perda de tempo viver morto, feche o olho, se concentre na sua respiração


[Verso 3: Black Alien]

Ih, alá!

Aquele mesmo indivíduo, entre os mermos sermões e apertos de mão

No campeonato do ódio, bicarbonato de sódio e pão

De cada dia e noite, às vezes, à tarde é tarde, então

400 anos de açoite, vem ébrio e doente, tá lá, sem presente

Entre o céu e o chão, sóbrio e são

Na harmonia do cosmos, sendo São Cosmo e São Damião

Ser livre no arbítrio, mostra o ponto de equilíbrio, João

Assim eu vou, assim vovô-u no caminho do futuro

Vovó, irmãs e irmãos, claro ou escuro, ó, são contratos à mão

Com ré, mi, fá, sol, lá, si, sem dó da Babylon

Das selvas de pedra, sem órfãs e órfãos

Servos das trevas, Gus

O mar em que tu navegas é a saga que tu segue às cegas


[Outro: Black Alien]

{voz reproduzindo a melodia da batida}

Apocalipse Now! No, no, no, now...