Released on January 1, 2011

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[Verso 1]

Hoje eu vou botar pra pista, vou embalar

Hoje partiu pra noitada, vamo reinar

Hoje eu não quero problema, deixa a noite falar

Embarca na do Nochi que o show vai começar

Hoje eu vou tocar o puteiro, eu vou gasta

Hoje é night com os parceiro, e as taga

Hoje a noite é lisergia, se alucinar

Num me acompanha q eu não sou novela pra tu acompanhar


[Verso 2]

Pleno sábado! Tem showzin pra nós tocar!

Sete horas casa do amigo, arma a pré pra começar

O verde claro, as vodka, os redbull, e o celular

Me convoca pra outras fita infelizmente não vai dar

Lemon haze, smoking brow, prodigy, stereo surround

Underground de niterói melhor lugar de se morar

Na camada da praia de calango blacktrunk

Hoje é show num pico punk, zona sul a beira-mar

Meia noite do um arranque chego na porta pra entrar

As mina querem o vagabundo e a dama pede preu cantar

Eu canto, ela se encanta, quer canja particular

Chino logo se adianta, com a menina e com a ganjá

Faz o tantra, com a quase santa, que se satisfaz

Faz que levanta diz que tem tanta vontade de ficar

Lembranças da morena, visão cena de cinema

Botei fé na night ontem e hoje vi que valeu a pena


[Verso 3]

Hoje eu quero acordar cedo ver o sol raiar

Hoje eu vou arrumar minha mala pra viajar

Hoje a nossa praiana é particular

Ceu azul, vento terral, swell entrando vamo lá!

Hoje tem peixe na brasa, na minha saca

Hoje é por minha conta, só relaxar

Hoje eu quero uma gata que é pra casar

Aproventando enquanto eu vivo, pra essa vida não acabar


[Verso 4]

Acordei bastante leve, para uma vida tão breve

Tem barraca, ret, haca, prancha nova, no stress

Agradeço numa prece, dentro d'água só parceiro

Privilégio Niterói, estado Rio de Janeiro

Não é querer tirar onda, é querer dropar a onda

Dentro do tubo, observar a geometria redonda

Na cachu sinto a queda, água sagrada, lava a alma

Ve se presta atenção que eu te empresto um pouco de calma

Hoje um metrão de onda, imponente a parede

Agua que passarinho não bebe, que também não mata a sede

Céu azul, o sol suave, mata densa arma rede

Rango da mina responsa, estrogonoffe ou caldo verde?

Difícil é decidir quem é que vai lavar o prato

A viola ta com o rasta que vende artesanato

A riponga mó style, mas não raspa o suvaco

Xadrezinho slack line o amigo tirou um retrato

Quando cheguei tava branquelo, e agora to mulato

A mais de duas semanas que eu não boto um sapato

Duas camisa, duas bermuda, sem cueca e só um casaco

Só braço sem pela saco, como é boa a vida no mato

Quero sair da cidade, adeus Rocinha e Ipanema

Relaxar minha cabeça, resolver os meus problemas

Ja desliguei a antena, Sana, sono, Saquarema

Botei fé nessa viagem e hoje vi que valeu a pena