Respeito e Coragem

By Mundo Segundo

On Sempre Grato [EP]

Released on December 21, 2016

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Guerreiro selvagem vindo da Amazónia

Luta com coragem nesta Babilónia

Respeita as formigas desta colónia

Caímos como árvores nesta cerimónia

Guerreiro selvagem vindo da Amazónia

Luta com coragem nesta Babilónia

Respeita as formigas desta colónia

Caímos como árvores nesta cerimónia


[Mundo Segundo]

Rebanhos cegos vão directos a falecia

Jovens estranhos com egos repletos de amnésia

O respeito morreu, o passado está enterrado

Mas debaixo do chão sempre me senti bem intregado

Militantes da cultura e nunca escravos da moda

Criamos arte com longevidade como a inversão da roda

Vocês arrancam raízes, nós arrancamos escalpes

Asfixiamos ignorantes como o pico dos Alpes

Pioneiros como mineiros em solo desconhecido

Dividimos o ouro da sabedoria pelo povo oprimido

Quantos à sorte perdem o norte seduzidos pela fama

Os vossos padrões são igualados o vosso amor não tem chama

Espeto o cateter com néctar em músicos sem carácter

Nem o meu espírito está tão aberto como o vosso esfincter

Sou independente não pedente para o lado mais rentável

Incorrecto politicamente mas mentalmente saudável

Chamas a isso escrever ?

Obviamente não sabes ler nem triangular a localização da informação

Que estou a fornecer

Cuspo fogo neste jogo como mítico dragão da Invicta

Sentes o calor interior tal como um gravador de fita

Sou gigante e clássico criatura do jurássico

Na rua nunca serás doutorado sem o ensino básico

Respeita a fundação, guerreiros, mestres e arquitectos

Construtores dos palcos onde hoje edificas os teus projectos

Guerreiro selvagem vindo da Amazónia

Luta com coragem nesta Babilónia

Respeita as formigas desta colónia

Caímos como árvores nesta cerimonia (x2)


[Dr. Caligari]

Eu sou [?] passei por 14 de Outubro

Segundo Piso até as margens do Rio Douro

Ouro para mim é o que toca no coração

Fazendo a pele arrepiar, cada classe

Eu faço, lutar flores da lama

Distantes dos bares dos cana

A magica já não me engana mais

Quem não acorda morre sonhando na cama

Com travesseiro de plumas, porem cabeça pesada demais

O terror presente você ausente de tudo

Achando limpo que ta em mundo

Eu não preciso de mudar para agradar todo mundo

Vão ter que aguentar Bio Caligari e Mundo Segundo

No seu fone com fome atrás de poesia

Que te faça ser melhor amanhecer de cada dia

E na escuridão da alma sente a lamparina

Que enfrenta o sardão e não se apaga nessa trilha

Old school como o vinho é sempre melhor

Sem deixar a cultura cair na pior

Mostrando que ainda a tempo para os menor

Que não quer saber estudar e acha sabe tudo de cor

Não vim para ensinar apenas para mostrar o que aprendi

Depois de escutar [?]

Eu cresci com aqueles sons que falavam comigo

Daqueles que parecia que fui eu que escrevi

Guerreiro selvagem vindo da Amazónia

Luta com coragem nesta Babilónia

Respeita as formigas desta colónia

Caímos como árvores nesta cerimonia (x6)