Released on June 22, 2016

Thumbnail

[Verso 1]

Quantos mentecaptos capto?

Mais amor dos meus gatos

Panos e álcool, raptos maestros dos sacos

O lucro do tráfico financia ginásios em colégios caros

Mundo fétido, sádico, escritos, cortados como os braços

Sauditas após assaltos, querem amassos, dispensam abraços

Coca nos pratos, prantos e relatos

Alcoolizados beijam postes

Minha arte é o Norte

O peito é forte

Me inspirando na morte

Conhaque Luiz 13 litros

Caboclos conversam comigo

Em alguns momentos tiram do perigo

Em outros me servem de abrigo

Sin City boiar tá fudido

Crack de troco pros mendigos

Por menos ego e mais índigo


[Refrão]

Meg, meu mundo colore

Eu tô assistindo Daria

Enquanto eu ouço Doris

Meg meu mundo colore

Eu tô assistindo Daria

Enquanto eu ouço Doris

Meg meu mundo colore

Eu tô assistindo Daria

Enquanto eu ouço Doris

Meg meu mundo colore

Eu tô assistindo Daria

Enquanto eu ouço Doris


[Verso 2]

Mundo bonito

As hollypoint brincam e eu escuto grito de mais

Um pivete fugitivo achando que o mundo é brincadeira

Então eu frito no improviso

Outro dia que acordei meio de ressaca

E eu nem bebi porra nenhuma

Qual foi desgraça?

A galera não entende que nós não tá de graça

Tem que paga pra escuta

Qual foi da mente desses parsas?

É mais que racha

É mais que kush

Quem dera fosse

O pensamento desses manos que somente se resume a doce

Pensasse como Augusto dos Anjos hoje