O Chamado Do Bar

By Matanza

On A Arte do Insulto

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[Verso]

Dia quente, pestilento, sem porquê

Não consigo nem pensar no que fazer

Eis que de repente eu vejo tudo melhorar

Como se eu pudesse ouvir o copo me chamar


[Refrão]

Vem pro bar, vem pro bar, vem pro bar

Vem pro bar, vem pro bar, vem pro bar

Vem pro bar, vem pro bar, vem pro bar


[Ponte]

Não devo nada pra ninguém

Bebo se eu estiver a fim

A minha vida é minha

E a sua que se foda


[Instrumental Break]


[Verso]

Dia quente, pestilento, sem porquê

Não consigo nem pensar no que fazer

Eis que de repente eu vejo tudo melhorar

Como se eu pudesse ouvir o copo me chamar


[Refrão]

Vem pro bar, vem pro bar, vem pro bar

Vem pro bar, vem pro bar, vem pro bar

Vem pro bar, vem pro bar, vem pro bar


[Ponte]

Não devo nada pra ninguém

Bebo se eu estiver a fim

A minha vida é minha

E a sua que se foda


[Instrumental Break]


[Saída]

Vem pro bar, vem pro bar, vem pro bar

Vem pro bar, vem pro bar, vem pro bar

Vem pro bar, vem pro bar, vem pro bar

Vem pro bar, vem pro bar, vem pro bar