Released on February 1, 2017

Thumbnail

[Verso 1]

Sonha romances, vive dissabores

Esconde as dores

Mesmo com o fel na boca, crê em amores

De sabor dócil

Seus olhos são um equinócio

Onde a lua e o sol, encontram-se em sócio

Enxerga o mundo com dom filantrópico

Amar sem distinção

Quem demasiado abre o coração

Pode sofrer desilusão

Desata um pranto

Da pancada

Do desvanecimento violento

Das antigas angústias ressecadas

E de acalanto não lhe serve nada

Nem mesmo o canto de um canário, nem o esplendor vário das estrelas na madrugada

Porém tua chama não se apaga

E sequer o baque da realidade dura, lhe desvirtua,da tua forma de viver a vida apaixonada...

E de acalanto não lhe serve nada

Nem mesmo o canto de um canário, nem o esplendor vário das estrelas na madrugada

Porém tua chama não se apaga

E sequer o baque da realidade dura, e desvirtua, da tua forma de viver a vida apaixonada


[Refrão: Donna Liu]

Desilusões, flores, sem café da manhã

Desilusões, flores, sem café da manhã

Desilusões, flores, sem café da manhã...

Tudo o que me sobrou, foram desilusões...