Released on January 1, 2009

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[Refrão]

Tu! Tu és tudo para ti

Que nada me calhe a mim

Qu'isto não chegue ao fim

Mas, não é bem assim

Não é bem assim

Não é bem assim

Tu! Foge! Sai! Cai!

Morre! Corta! Stop! Vai!

Tu! Foge! Sai! Cai!

Morre! Corta! Stop! Vai!


[Verso 1: Skillaz]

Quem abusa, sabe que abusa

Às vezes ou quase sempre

Abusa que não acusa

Não digas que não o sentes

Rente a mim

De repente apareces de mão estendida

Faz uma vez (...?)

Boa gente que apoie a tua vida, perdida

Apenas porque tu não te orientas

Cheio de dinheiro, não há vícios

Mas esqueces, não aguentas

Esticas e esticas até que o fio arrebenta

Sou um pitéu, o teu amigo

Não o Pité que te sustenta

Não é bem assim!...

Não é bem assim!...

Nesta Rua Sésamo

Isso é sempre de ser Ferrão

Quem está sempre mal disposto

Aquele que diz sempre que não

Há um senão

Se não for eu, ninguém põe mão na situação

Não saias da circulação

Já que tu tens auto-estima

Mas tu não tens motivação

Cantas e escondes a canção

E como vês, eu não! Não! Não! Não!

Não é bem assim!...

Pensavas que me esquecia

Havia hipótese, é certo

Mas nunca gostei de queijo

Logo o cérebro está desperto

Como o Frei Luís de Sousa

Não tomes nada por certo

Queima o teu comportamente

E faz nascer um correcto

Represálias são imensas

Mais do que tu pensas

Mal tu entras em cena

Logo as pessoas ficam tensas

Começa o afastamento, com algum distanciamento

Começa-se a falar mal e a língua perde o seu tento

Sustento umas teorias acerca da amizade

Nenhuma sustenta esta tua realidade

Idade não é desculpa

Tu não assumes a culpa

E quem te via com gosto, agora vê-te com uma lupa

Com calma, a solução começa na aceitação

O problema é que, para ti, ainda é ficção

Não sou futurista, não defendo a grande velocidade

Eu sou carteirista, defendo a calma sem ansiedade

Agora, tu não me peças para não dar esta lição

Serei tudo o que disseres, poeta castrado não!


[Refrão]

Tu! Tu és tudo para ti

Que nada me calhe a mim

Qu'isto não chegue ao fim

Mas, não é bem assim

Não é bem assim

Não é bem assim

Tu! Foge! Sai! Cai!

Morre! Corta! Stop! Vai!

Tu! Foge! Sai! Cai!

Morre! Corta! Stop! Vai!


[Verso 2: Sam The Kid]

Vocês não podem ver nada (Nada!)

Armados em Reininhos

Querem água benta só para dar paleta

Querem é padrinhos

E andar sem a muleta

Kissar a minha mulata

E dar uma foda bem dada (Nunca!)

O emplastro do astro do mestre

Do ás, tu doaste o que astro investe

O emplastro não rima

O emplastro só veste

O que eu gasto, o meu cash

Nem é vasto e é modesto

Tu mudaste quando deste

Pelo cadastro do maestro

Tu bazaste sem um rasto

Nem honraste a orquestra

Matar-te é tão easy

Tanto em palavras ou batidas

Que eu fico hesitante

Porque, quando eu abro garrafas, tu também gozas

Mas aqui tu não te safas

Vai vender rosas

Vai vender prosas

Vai vender pizzas

Canetas com choque e tu nem avisas?

Na tua primeira letra, dei-te um aplauso e li

Agora, é tanta 'leta que não há ninguém que te auxilie

E esta tua cena nova, ninguém 'tá a senti-la

Parece que o emplastro sem o astro já não cintila

E a puta fútil que vem com ela fisgada

Tatuagem no cóccix e loura oxigenada

Ela não te diz nada e ela fica abismada

Com a hipótese de 'tar numa revista e ser revistada

Enquanto não, ela fica deprimida e inala

O sonho dela é um dia ser imprimida na Impala

Ela quer entrar à pala e então ela acasala com um barão marreco

Para ter um boneco na mandala


[Outro: Skillaz]

Yo Sam siga bazá-la

Quer dizer, dar a fuga

Porque na fauna inteira eu só não curto a sanguessuga


[Pedaços de música do genérico de séries televisivas dos anos 80: Zé Gato, O Barco do Amor, O Justiceiro, Era Uma Vez O Espaço, Chapi-Chapi-Capo, Quem Sai Aos Seus]