Released on April 8, 2025

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[Introdução]

(Yaya)

(Lusterinnadiplace man)

(Yee)

(Cidade INVICTA)

(yaya)

Se outros ostentam injuriar eu nem me empenho

Se há gente que pensa em se pronunciar com tal desdém

Eu não vou ser refém

Desse mal que os detém

Que os consome e mói também

Os que se estão a acreditar

Sozinho nesta estrada nem sequer quero agoirar

Acompanhado aparece gente pra esfaquear

Portanto mais vale abrandar o passo

Aproveitar o meu espaço

Mas será que esta chacina vai parar?

E então qual é o preço que se paga pela lealdade?

Será não saberes o outro lado da metade?

E é levantares-te a argumentar com vontade

Algo pro qual não tens factos que te indiquem que é verdade?

Quem é que dita que a verdade nao é escrita?

É gravada numa fita

Puxa atrás e modifica a escrita

Não percas tempo

A minha gente exemplifica

Mete um quitos de paprika

Vai ao forno com a marmita

E comes com a mão sempre

É algo quente e pessoal

A confiança é um produto da esperança anormal

Mete o peso na balança e bate mal

Não encontras explicação para algo sobrenatural?

Ligação entre pessoas é real

Porque a confiança vem por base e vivências intensificam

O padrão repete-se e são os seres humanos que a complicam

Há muito que se interditam

Nao permitem esse ciclo

Que se fosse cultivado atingiríamos o pico


[Refrão]

Se outros ostentam injuriar em nem me empenho

Se há gente que pensa em se pronunciar com tal desdém

Eu não vou ser refém

Desse mal que os detém

Que os consome e mói também

Os que se estão a acreditar

Sozinho nesta estrada nem sequer quero agoirar

Acompanhado aparece gente pra esfaquear

Portanto mais vale abrandar o passo

Aproveitar o meu espaço

Mas será que esta chacina vai parar? Mano...

Não tenho tempo p'a brigas

Nao tenho tempo p'a sismas

Nem suporto essas intrigas

Que são produto do ser humano rude

Sao toxinas nocivas que se entranham em barrinhas

De quem professa mentiras à espera que algo mude

Mudam-se os tempos e as vontades

Todos andam sem resguardos

Falam com filtros baratos

Ficam todos chatos

Constroem momentos nao passados

E quando estão pacatos

Fogem pra desgraça de inventar mais alguns factos

Ya

E assim se leva o dia a dia pra quem não se tem

Andamos nesta covardia para agradar a quem?

Abstinência de critério é doentio

Resultado da doença é apagar a evidência do vazio

Eu faço parte

Da diferença que projeta algo propício ao seu tamanho

Quem quiser caminhar junto

Deixa logo de ser estranho

Caminho com todo o empenho

Quem não sabe nao se acanhe

Há sempre lugar na fila pra ser contra esse rebanho

Se tu não sabes do que eu falo

Mereces levar um estalo

Nao tou a a cantar de galo

Nem em acho mais que tu

Mas se algumas vez falaste ou inventaste pela calada

Nao mereces mais nada do que ir p'o caralho irmão

Ya


[Refrão]

Se outros ostentam injuriar em nem me empenho

Se há gente que pensa em se pronunciar com tal desdém

Eu não vou ser refém

Desse mal que os detém

Que os consome e mói também

Os que se estão a acreditar

Sozinho nesta estrada nem sequer quero agoirar

Acompanhado aparece gente pra esfaquear

Portanto mais vale abrandar o passo

Aproveitar o meu espaço

Mas será que esta chacina vai parar?

Se outros ostentam injuriar em nem me empenho

Se há gente que pensa em se pronunciar com tal desdém

Eu não vou ser refém

Desse mal que os detém

Que os consome e mói também

Os que se estão a acreditar

Sozinho nesta estrada nem sequer quero agoirar

Acompanhado aparece gente pra esfaquear

Portanto mais vale abrandar o passo

Aproveitar o meu espaço

Mas será que esta chacina vai parar? Mano...