Released on March 16, 2016

Thumbnail

Vejo aqui se tiver que ser

Pra ela, morena

Ou então o fogo nessa lenha

Deixo ir

Passo num contra-voz

Um contra-baixo

Um contra-tom

Desço na tua escala

Tropeço e caio

E rio pro que vier

Se eu rio

Tua boca já abre um sorriso

De canto, danço uma ciranda

Teu corpo é o agora, cigana

Tuas veias pulsam ao derbak

É o risco no chão, é uma valsa

Na métrica do compasso

São as águas de um rio

É o meu riso emanando luz pro teu

É, cada lugar

Tem uma história, uma viagem

Algo pra te fazer ficar

Em cada corpo tem

A mania tem o veneno

Tem a posse, algo e uma textura

Que te fazer sentir o mudar

Se eu rio

Tua boca já abre um sorriso

De canto, danço uma ciranda

Teu corpo é o agora, cigana

Tuas veias pulsam ao derbak

É o risco no chão, é uma valsa

Na métrica do compasso

São as águas de um rio

É o meu riso emanando luz

Mas se eu rio

Tua boca já abre um sorriso

De canto, danço uma ciranda

Teu corpo é o agora, cigana

Tuas veias pulsam ao derbak

É o risco no chão, é uma valsa

Na métrica do compasso

São as águas de um rio

É o meu riso emanando luz pro teu

Cirandeiro, cirandeiro ó

A pedra do teu anel

Brilha mais do que o sol

Cirandeiro, cirandeiro ó

A pedra do teu anel

Brilha mais do que o sol

Cirandeiro, cirandeiro ó

A pedra do teu anel

Brilha mais do que o sol

Cirandeiro, cirandeiro ó

A pedra do teu anel

Brilha mais do que o sol