Éter(na)Mente

By Lance Libra

On Diamante [EP]

Released on June 30, 2011

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[Extracto de "90210"]


[Intro]

"O genes, Gênese"

"Contrário"

"O Postal"

"No Brilho"

"Cicatrizes"

"dabestRapper"

"Autógrafo"

"de Diamantes"


[Verso 1]

A porta que abre, revela aroma do genoma

Na estátua que doma o gnoma no frenesi d'um coma

Embrenho em breu a brasa brisa da Bra!

Embrião da inovação no susurro d'um Andar

De cima, isola o astro do que envolve

Segrega o que não volve, do resto que dissolve

Segredo se descobre prende o mundo no que ouve

Da Génese de um artista ao autista que evolve

De fora na aflição, parede faz prisão

Á alquimia de Volumes, Renasçenca da Lição

Pensamento sem-teto, piso críticas no chão

Gero Elixir da Vida entornado n'um Cartão

Encarno avô, pai, filho, tio, irmão

Esquemas desmantelados na figura de um titã

No Brilho da ilusão, destino: 3 irmãs

Espinho na maçã, Cicatriz da traição


[CORO]

Isso vai pra vocês

Que não importa o momento, me dão sempre o reconhecimento

Vosso amor pr'a mim é lei

E não mudo por dentro, merecem agradecimento

Mas pr'o resto não sei

Mudam tipo camaleão, dependem da condição da situação

Se me esquecem, nem lembro, de vocês eu me desmembro

Bazei: só volto lá pr'a Dezembro


[Verso 2]

Dou vida a terceira Fênix num misto de sensação

Jovem ilusão; velha decepção

Frio frágil, fraqueza faz fricção

Ao corpo em exposição pra navalha da ingratidão

Na tragédia d'um romance o abatido amortalha

Eternidade efêmera pra mente e mal trabalha

Momento que baralha, verdade que chocalha

Coração é intrumental mas numa batida falha

Na reflexão do morituro no arrepio

Nítida visão que torturo no vazio

Do agorafóbico, que nela mora

Desafia a eternidade e quebra a Caixa de Pandora

Fatalidade, numa guerra que propaga-se

Só dor, sem clamor numa terra que se esmaga

Vento sacode o pó do enredo penoso

E d'um último fragor resto eu vitorioso


[CORO]


[Verso 3]

Sobrevivo, sem prudência na aparência

Sereno provo o pingo do veneno da influência

Pensamento cede á terra, cresce como cúpula

Idades são ponteiros, mentalidade é bulssula

Indica uma mudança ao som de novos sismos

Maior a liberdade, menor o cepticismos

Tecido corporal derruba a inércia do distante

Que no Autógrafo de sangue, faz da índole triunfante

Anoiteco pr'os demais que nem entendem o que sinto

Justifico a minha presença n'um uniforme labirinto

Mas nem minto, triste neste mundo de protéticos

Despenso médicos, sorriso é anestésico

Suspiro esperanças num enigma espontâneo

Primavera no Outono adapto ao ciclo simultâneo

Refundido em 9 selos um Diamante permanece

Na mágoa que mal se esquece, eterno pra quem merece


[CORO]


[Moral]

O mundo confunde bondade, ingenuidade com burrice. Nah. Jamais serei o mesmo

O mundo é hostil, não brilhes pra qualquer um. Orgulhe quem se orgulha de ti. Tal como eu... Eternamente