Colapso

By Jardim

Released on March 12, 2017

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[Verso 1: Jardim]

Não dá mole nessa fuga

Faz seu corre, não se iluda

Não dá trela pra esses drama

Leva elas pra tua cama

Ritmo diferente, levada mais quente

Dropando balinha, bebendo aguardente

Uma gostosa no esquema, então é sem problema

Arregaçando na cena, cheio dos dilemas

Não quero câo, mas tiver que me envolver

Tu já tá ligado no meu proceder

É matar ou morrer, vai pagar pra ver?

Não preciso de dose pra me enlouquecer

Começo adoidado, quero ver me parar

Tenho um swing que vai te hipnotizar

Ainda vai tentar? Não vai aguentar

Vai tremer junto com o baixo quando eu começar

Melodia bandida que toca na fita

Dos muleques que é pica e as piranhas que agita

Se u gostou admita, só não complica

Hoje eu instigado na intenção das biritas

Na intenção das meninas

Rapeize, não vacila

Já to vacinado e to mais que chapado

Sou cachorro grande comparado com todos esses ratos


[Verso 2: Marb]

E aqui me encontro mais um dia

Entre doses, minha Colt, boa noite vadia

Rasgando a pista, Budweiser na mão

Naipe de vigarista, pique de vilão

A vítima nem tem noção

Que toda a minha gangue tá na contenção

Fecha os camarotes, meu clã tá forte

Hoje é por minha conta, decifrei os cofre

Meu coração amargo, não tem compaixão

Hoje tá ligado que é sem perdão

Então desce whisky, tô portando os kit

Convoca as cachorras, e as puta de elite

Transtorno psicótico na minha cabeça

Essa vaca consumiu tudo que tá na mesa

18 quilates pesa meu pescoço...

Calma baby, que nem tudo que reluz é ouro

Subestimaram a minha alçada

Tentativa de suborno, revista foi alterada

Dois trago da morte, um gole fatal

Será que minha vida já tá no final?

De Dolce & Gabbana, conheço a tua fama...

Sei que tu é sacana, bandida me chama

De vagabundo, fudedor de mundo

Viúva de luto em cima da minha cama!


[Verso 3: Ciclo]

Na levada de maluco

Tenta não que eu vou com tudo

Assumo o risco dessa bronca

Ronca não que a bala canta

E tentou me roubar, tentou me parar

Mas ficou fudido, Biobem, tá que tá

Os mano tão por aí, não conta com a sorte

Don botou os bucha pra ralar só penteadas de glock

Pistola no coldre, hoje é fire in house

Decolo na beat do Jardim, insano de pistol trigger

Essa porra não é um fight, mas tu veste a carapuça

Snoopy brotou num fusca e o bico pela janela

Apagou um pela de garrucha velha

Carimbe as mina, só não deixe virar novela

Marca bem minha cara, hoje eu não tô tão bem

Surtadão sem pala, vou mandar um pro além

E aqui a cena se repete

Desenrolo com comédia, com certeza causa stress

Eu tô na take, pileque de Whisky

E papo reto, meu mano deus é por nós, partiu hollyweed!

Até que eu piro por dinheiro, o alvo tá abatido

Bolunga o mais cabreiro

Essa trap é pra falar tudo que tava engasgado

Vim do fim mandar o recado, voltei mais revoltado

E aos aliado, abraço, partiu!

Júlio Ciclo, filho sem pai, direto da puta que pariu !


[Verso 4: Snoopy]

Suave na vida, pura adrenalina

No pique suicida, a vibração sentida

Da cannabis sativa, não gerei um monstro, sou movido a hormônio

E a magia musical, me guia a ser um bom humano

Um flow na sala, a flor exala, a bala come na esquina

Pego a mina, tenho tudo, sem a mina não tenho o que pagar

Sendo sincero a você, te quero e espero

Um objetivo alcançar

Falar essas zica, é tempo pra perder

Só quero um tempo, um tempo pra zoar

Vem fácil assim, calamidade do rio

Fato fatal do rato, sombrio caminho

Degolam pescoços, despacham destroços

Devoram e decoram, descolam e decolam

Graças a quem? Ninguém, amém, é complicado esses papos

Iguais a mim, também a mil amigos aliados

Retornando caminhando o caminho do rato

Mais ralo do ralo, ralo do ralo

Poluição e aquecimento globalizado

Corrosão atmosférica e geral suado, e geral zoado

Zoação é comum, ninguém tá preocupado

Só o ambiente se fode, e nós somos acusados

Somos culpados por um local pouco admirado

E muito arriscado