Released on May 24, 2016

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[Refrão x2]

E eu sigo na vida

Sepa que o céu fica cinza

Sei lá, sei que vai passar


[Verso 1: Kweller]

Sei que aprendi minha lição

Em 17 anos de estrada

Idas e vindas e eu vendo a vida virar vaga

E se não fosse nada?

A chama quase apagada

Que já tá fraca

Antes servia pra aquecer

Hoje só acende as baga

Entre tragada e tragada me estrago

E eu, sinto o peso do mundo nos ombros

Meu, erguer de pé ta complicado

Ja deixei minha fé de lado

E to num estado que ainda to me recompondo

Mas não passo o ponto então não me faça de tonto

Vigário o caralho

Quero salário

E não um conto

Entao não vem com falação, jão

Sei que é em vão, então, me pego cego ao olhar pra esses cuzão

Eu faço minha história

E minha história é o que me faz

Em meio a escória, busco a vitória e viso a paz

Eu quero muito mais

Do que esse mundo material é capaz

Eu faço tudo, mas sem olhar pra trás


[Verso 2: Noma]

Fica tranquilo que amanhã é um novo dia

O que já foi passou passou esquece não da mais pra reviver!

Sei que ensino é tudo sabedoria e cada passo nesse espaço sempre foi alguma coisa pra aprender!

Aqui é cair e levantar tio!

O céu ta azul mas logo mais eu sei que o tempo vai nublar

E o que resta se não lutar?

É tiro e queda, e no final eu me pergunto quem vai tá

E eu sei, que se um dia eu voltar atrás, ainda vou encontrar você!

Mas sinto que amanhã é um novo dia, um novo sol pra fazer tudo que eu quero acontecer

E eu sei que se um dia eu olhar pra trás, ainda consigo te ver

Faz tempo que eu quero viver essa vida e quando acordar amanhã vai ser um novo amanhecer


[Refrão x2]

E eu sigo na vida

E sepa que o céu fica cinza

Mas sei la, sei que vai passar


[Verso 3: Bonfim]

É que eu ja tive bem pior por esses dia

Há uma cota atrás se for lembrar eu nem dormia

Deitava inquieto e só esperando pelo sono

Focava no ideal e o principal eu nem fazia

Correr atrás, viver pra trás, sempre pra trás

E enquanto ao meu lado eu nem percebia

Meus manos

"Faça"

Eu

"Só desgraça, nem acho graça"

E onde encontrar a paz eu não sabia

Foi tantas vezes que tentei me achar compondo

Me perdia, nessa via de trombar com o próprio sonho

E essa merda de correr com as próprias pernas

Vida lerda, vira e mexe incomodava os meus demônios

Vivi na pressa e na pressão de ser capaz, nego

Ganhei das bad e hoje em dia eu sou bem mais, fechou

Desbanco os loco que me fita pelas fresta

Eu to trampando, abençoado e pelo fardo eu sigo nessa