[Verso 1]
No burro, a canga, na menina, a tanga
O verde do mar é um
Verde num tom quase azul
Do infinito ao zoom
Marelou, candomblé, oxum
Zamburar pra tirar egum
O que não se vê tá aí
Como tudo o que há
[Verso 2]
Minha fé riu-se de mim
Pelo quanto triste eu falei de dor
Como se no fundo da dor
Não vivesse a paixão
Malmequer, a vida segue seu lamento
Um tanto flor, hm leito de rio
No cio, um cheiro de amor
[Refrão]
É amor quando não diz
É fogo por um triz
Um trem entrou no meu eu
E divagou feliz
E, na dor, su passo um giz
Arco-irisando a solidão
Na lição que o sol me traduz
Viver da própria luz
[Verso 1]
No burro, a canga, na menina, a tanga
O verde do mar é um
Verde num tom quase azul
Do infinito ao zoom
Marelou, candomblé, oxum
Zamburar pra tirar egum
O que não se vê tá aí
Como tudo o que há
[Verso 2]
Minha fé riu-se de mim
Pelo quanto triste eu falei de dor
Como se no fundo da dor
Não vivesse a paixão
Malmequer, a vida segue seu lamento
Um tanto flor, hm leito de rio
No cio, um cheiro de amor
[Refrão]
É amor quando não diz
É fogo por um triz
Um trem entrou no meu eu
E divagou feliz
E, na dor, su passo um giz
Arco-irisando a solidão
Na lição que o sol me traduz
Viver da própria luz