Released on October 30, 2017

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[Verso 1: Gigante no Mic]

Não é arte marcial, é arte marciana

Na guerra eu sou Marte e foda-se a NASA

Não luto pra ser faixa preta

Vim tocar o terror igual faixa de gaza

Minha parte parcial, parte é persiana

Janela se abre, o mundo é minha casa

Nem tudo tá nesse planeta

No fim o meu plano é planar sem asa

Longe de casa a mais de 2 ano

Mais do que cento e uma semanas

Dois passos do paraíso

Fugindo do inferno, ouvindo Nirvana

Me camuflo igual iguana

Literalmente aviso o IBAMA

Intelectualmente, o intelectual mente

Meu signo chinês leva uma vida cigana

A liberdade me chama

Mente inflamável, Napalm que inflama

Venho de onde o vento se esconde

Fazendo a curva, xingando disgrama

Minha previsão do futuro

Com a revisão de um passado impuro

É a tese versus antítese

Que gera a síntese e agora no escuro

O diálogo com dialética

Minha vida "herbética" fumando Rap

Alquimista, com a música eu faço meu elixir pra existir para sempre

Se tem pitbull só latindo, com um só tiro eu mato a granel

Sou Tarantino, interagindo, me garantindo com cães de aluguel

[Refrão 1: Gigante no Mic](2x)

Vim pra tocar o foda-se

É assim que banda toca

Deixando em choque os lock

Por isso memo choca

Quem pipoca, mova-se no fim nós te pipoca

As punch, o walk talk

Por isso a gente soca


[Verso 2: M'Cirilo]

Mítico guia sem Mitologia

Pois ideologia é dar lógica á vida

Ser conselheiro de perdedores é coisa que não incentiva

Perdem o tempo, pecam no templo, nunca se movem no movimento

São tipo o vento, muito barulhento

Querem ser à força o quinto elemento

Podem-me calar a voz, matar o meu lado feroz, mas nunca aquilo que penso

Podem acorrentar o meu corpo, mas nunca se aprende ou prende talento

Nunca respirem o ar, respirem a literatura dura e crua

Tranquem fraquezas humanas e por favor parem de poluir ruas

O globo a morada de todo o vício da sociedade dos mitos

Os fracos usam as armas, enquanto os fortes usam os ricos

Vocês são iguais à sujidade que os vossos ouvidos consomem

Porque o porco só ficou sujo após entrar em contacto com o homem

A cada minuto de raiva perdem 60 segundos felizes

E olha que a raiva por vezes dita bem tudo aquilo que finges

Sou Selvagem!!! Mas tenho uma vida pública

Toda a minha tribo é única, e dita bem a lei da música

[Refrão 2: M'Cirilo](2x)

Sociedade podre

Felicidade pobre

É o povo nobre que está na merda

É na margem da lei da música que estou

Só viverei de tudo aquilo que sou


[Verso 3: Scooby]

O mundo foca e deu o que não pode ter

Já que podem ver através do ser

Não tente ser o pior que você

A loucura vem através do poder

Me joguei em alto mar e tô sem barco

Vejo o meu passado aqui do alto, "Drone" Darko

Tô vivo no passo da morte

Correndo pra fora de Saturno

Lembrei dos 9 de idade, e meu "Sega Saturno"

Viva cega, sempre dando tiro no escuro

Lutando mais que o Tranks pra salvar o meu futuro

E nunca foi vestir a peita e jogar no Barcelona

"Cês" arruma muita treta, mas no bar "cê" lona

Abrindo as janelas do sistema, Bill Gates

Metendo o louco nesse mundo tipo Norman Bates

Sendo egoísta demais e a culpa é minha

Quem tem boca vai a Roma

Meu fogão tem 6 e ainda tá na cozinha

Nem sempre o que vale é o sentido das coisas

Já que o sentido não sente

Somos provas em formas de pessoas

E as pessoas mentem

[Refrão 3: Scooby](2x)

Dizem que nada posso, caminho em direção

Já bebi água demais do poço, essa é a questão

Vim tomar os sete mares, foda-se sua opinião

Amores se vão com os anos, amadureça seu coração


[Verso 4: Samukera]

"Licença pra chegar" o caralho

Eu não vou ser educado

Minha educação se mede na postura

Com esses puto eu não fico calado

Shinobi degola Hokage

Sou clã da caneta voadora

Minha linha és o meu xacra

Dispara metralhadora

Filha da puta vê se me entende

A Mariana "cê" desmerece

Eu sou a legião que empoça essas cria

Que não pede proteção na prece

Conhecimento, entretenimento

Qual dos dois tem reconhecimento?

Não se esqueça que excremento

Rega o solo de bom rendimento

Sou lixo que se recicla, saudável pra humanidade

Não esse tipo de lixo que queima o nome da cidade

Sou cria planeta primata, bem-vindo à selva de pedra

Vim lá do planeta Vegeta, sou Sayajin que nunca se meda

Martelada nos dente

Meu instinto de vingança é diferente

Minha mente transtornada, lhe bate diariamente, consciente

Não me abala que mete o mala

Pois é muita fala, fala

Mando pra vala

Agora cala com esse salve de bala, bala, bala

[Refrão 4: Samukera](2x)

"Cês" fala, fala pra carai

E trampa nada, nada

Nós trampa tudo, tudo

E tira onda na levada

Sem rima bê a bá

Não tá nível pra trocar

Rá, foda-se se essa na missa nunca tocar