[Versos 1: Diésdo]
Realmente não reparaste
Eu estou concentrado, menina
Quero ser para sempre eloquente
Permanecer como tinta permanente
Menina, no stress, don't draw nearer
Buzento no lo soy, wouldn't be there
Sweetie, falas com o maior da cidade
O único que faz o que o povo pedir
Mas cuidado com o que me vais pedir
Pois ilusões não se podem materializar
Tenho uma vida invejável
Tudo parece uma montagem
Os bancos da Volkswagen
Neste estilo livre, são confortáveis
Já não sei o que é vertigem
A coluna está de novo virgem
Mais fofinha, tipo uma ursinha
Mais amigável, a cachorrinha
E para extinguirmos este incêndio
Neste mato, wipe out do meu caminho
Tudo que é gajo armado em patricinho
Que pensa que é o dono do joguinho
Vou mostrar-lhe o que é fogo
E queimar o seu castelo de areia
Sem padrinhos ou patrocínio
Com a arte, além da nave que aterra
Penso como um monge, sem medo
Jude Bellingham mostra que é fera
Não sou dependente, faço sozinho
Pausado, com um copo de vinho
Conquistando corações sozinho
[Bridge: Diésdo]
Em mil novecentos e noventa e oito
Não me apetece ter um V8
Onde pegam quatro, eu pego oito
Onde todos entram, eu não entro
Clubes que eles frequentam, não frequento
Damas que eles jantam, não flerto
Porque sou de noventa e oito, oito
Novecentos e noventa e oito
[Refrão: Diésdo]
Essa é a fortuna que somos
Essas são as virtudes que temos
Poucos veem o que vemos
Poucos têm o que nós temos
Essa é a fortuna que somos
Essa é a virtude que temos
Poucos têm o que nós temos
Poucos veem o que vemos
[Closure: Diésdo]
Contudo, entretanto, e de coração
Agradecido, muito obrigado, mesmo
A sério, muito obrigado a todos, mesmo
Agradeço a todos que lembraram deste dia
Felicitaram fãs, amigos e família
Aprecie este som, sem instrumental
Completamente emotiva e tal
Material indiscutivelmente romântico
Boa cena, minha gente, só boa onda
E acompanha-se com biscoitos e granolas
A coisa está XPTO, com volume no máximo
Fiquem à vontade, desfrutem ao máximo
Parar é morrer, e dormir é para o cemitério