Tributo

By Dealema

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[Intro]

Let's take it back to the old school! (old school, old school)


[Verso 1: Mundo Segundo]

Eu vi-te crescer mano tal e qual me viste a mim

Se estas ruas falassem contavam uma história sem fim

Do centro ao jardim ou no liceu onde tudo começou

Recordo a imagem na face, tudo o que nos ajudou

14, 24 uma década de inéditos

Passada no escuro sem receber créditos

Por entre prédios, bairros e momentos bizarros, nos

Quais instintos são à prova colocados, nós

Sobrevivemos algures entre o paraíso e o inferno

Numa cidade cinzenta onde todo o ano é inverno

Vemos crescer como uma árvore bem forte

Germinada a partir de uma semente do norte

Expansão geográfica

Comitiva dealemática

A simplicidade é táctica

Da verdade posta em prática

Existe, muita gente ingrata

Porque a gente honesta desconhece as consequências

De metade do que manifesta


[Refrão: Mundo Segundo]

(Esta é p'ra todos), os meus verdadeiros amigos

(Esta é p'ra todos), que estiveram lá quando foi preciso

(Esta é p'ra todos), aqueles que acreditaram em nós

Os mesmos que nunca nos deixaram sós

(Esta é p'ra todos), os meus verdadeiros amigos

(Esta é p'ra todos), que estiveram lá quando foi preciso

(Esta é p'ra todos), aqueles que acreditaram em nós

Os mesmos que nunca nos deixaram sós


[Verso 2: Maze]

Frio gélido, cenário de cerrado nevoeiro

Tabuleiro superior, Ponte D.Luís I

Até ao minuto derradeiro, Nova Gaia, Porto

No coração, na alma, na mente, no meu corpo

Sonhos por concretizar, fazem-nos rimar

É a nossa vida, vamos ganhá-la custe o que custar

Temos cegos, surdos e mudos famintos

Do alimento p'ra alma que nós distribuímos

Elevamos a mentalidade em saltos quânticos

Invocando a liberdade nos nossos cânticos

Pesados como fardos, de responsabilidade

Que carregamos nas costas desde tenra idade

Crianças da cidade embriagadas em sonhos

Lembranças do passado hoje inundam-me os olhos

Enquanto mentes pobres, lançam boatos podres

Orgulho-me de nos ver lutar por causas nobres


[Refrão: Mundo Segundo]

(Esta é p'ra todos), os meus verdadeiros amigos

(Esta é p'ra todos), que estiveram lá quando foi preciso

(Esta é p'ra todos), aqueles que acreditaram em nós

Os mesmos que nunca nos deixaram sós


[Verso 3: Mundo Segundo]

Eles não acreditavam numa segunda vinda fora de tempo

'Pa moda antiga, mas não podem fechar a saída

Com mil chaves todas as oportunidades

Vê-se muitas celebridades

Com escassas capacidades

Hoje em dia, podes crer é isso o que mais gira

Muita beleza em torno de uma cabeça vazia

Incapaz de entender o habitat no qual se encontra inserido

Ou incapaz de decifrar dois parágrafos de um livro

Mano não tenho mais que a escolaridade obrigatória

Mas a diferença de consciência entre nós é notória

Tens a memória curta com uma experiência na luta

Ou até mesmo na vida e de quem será a culpa

Da inocência que permanece após a adolescência

Que não permite olhar o mundo com a devida transparência

Tens de ser mestre do teu próprio templo

E com o tempo serás o próximo a dar o exemplo


[Refrão: Mundo Segundo]

(Esta é p'ra todos), os meus verdadeiros amigos

(Esta é p'ra todos), que estiveram lá quando foi preciso

(Esta é p'ra todos), aqueles que acreditaram em nós

Os mesmos que nunca nos deixaram sós

(Esta é p'ra todos), os meus verdadeiros amigos

(Esta é p'ra todos), que estiveram lá quando foi preciso

(Esta é p'ra todos), aqueles que acreditaram em nós

Os mesmos que nunca nos deixaram sós


[Ponte]

Esta é p'ra todos

Esta é p'ra todos

Esta é p'ra todos

Esta é p'ra todos

Esta é p'ra todos

Esta é p'ra todos


[Refrão]

Os meus verdadeiros amigos

Que estiveram lá quando foi preciso

Aqueles que acreditaram em nós

Os mesmos que nunca nos deixaram sós

Os meus verdadeiros amigos

Que estiveram lá quando foi preciso

Aqueles que acreditaram em nós

Os mesmos que nunca nos deixaram sós