[Intro]
Gaz, gaz, gaz
Y’all, ayy
[Verse 1]
O mundo entrou em caos
A vida perdeu pro mal
O mal reinou mandou
O bem só encenou
E todo o ensinamento que a vitória vem com o tempo
Foi destruída por causa da vida e que a lei da vida construiu feridas mandou sobre a vida a possibilidade
De ter uma carne longe da maldade
Que não nos descaminhe mas fico pensando
Será que o caminho certo é o certo comando? (han)
[Bridge]
Antigamente era homem e mulher
Adão e Eva, vindo de um filé
Costela ou pé?
Que história mais fútil feita pra mané
Dizer que Caim teve mulher
[Verse 2]
Em todo esse palco não sou respeitado
Mas se isso é errado, se estou no pecado
Eu não sou o culpado por ser um fracasso
Eu nego, eu nego, eu nego
Eu nego o céu, desejo o inferno
Até porque tá muito frio aqui nesse inverno
Categorias e sonhos levados a novos mares
Mares de sangue denominado de maldade, maldades em mares
[Bridge]
É o fim
É o fim da humanidade
[Verse 3]
O mundo tá parado na evolução
O medo instaurado na população
Forjando falsos recados de união
Tendo em mente novos fatos de decepção (não)
O mundo anda normal, industrias fabricam mordaças
As casas e seu quintal, vielas, becos e vidraças
A patifaria virou ousadia pra justificar manias de correr atrás daquilo que nunca terá um dia
Que nunca terá
[Bridge]
Puta que pariu, Che Guevara se uniu, e esses fuzil para que serviu?
Pra matar milhões, pra matar milhares
Pra impor o caos, em todas cidades
[Verse 4]
Revoluções, decepções, retroações e conexões
Sem opiniões, mais alegações
O mundo é falho e nós que somos os vilões
E somos vilões
Rebeliões, repetições, imigrações, certeza em sons
Que facilitam as internações
Entre nações
[Outro]
É o caos da causa
É o caos da casa
O caos que te quebra e cala (y’all)
É o caos da causa
É o caos da casa
O caos que te quebra e cala porra