Toni Kroos

By Calmob

On Pilares

Released on December 23, 2019

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[Intro: DC Calmob]

Mob, mob, mob


[Verso 1: DC Calmob]

Quem se habilita não corre, lembro do gori

Esquive-se dos piores, tava comendo um risole

A brahma morreu num gole, nunca de porre

Fica de olho em quem não sai do seu stories, e querendo tua morte

Duas e meia, eu e a caneta, ouvindo Faith No More

Sempre me esqueço onde estacionei meu megazord

Por isso o sonho aperta, odeia linha reta

Suplicando evolução achando que ta certa

Se nossa pele já denota treva, amedrontaremos tiranos

Querendo alcunha de senhor pelo valor dos panos

Reles rebanho, me assanho a clamar vitoria

Aos que dormem fantasiando a ruína de nossos ganhos

Arte e hip hop, sinônimos

Revolução não televisionada, anonymous

Combo igual fliperama com essas rimas, marvelous

Trabalho de homem formiga, no kick sub atômico


[Refrão: DC Calmob & Magroteus]

Astuto tipo Tony Kroos, trouxe minha tommy gun

Andando tranquilão, to por andrômeda

Vim pra fazer um som e a força que me dá

Me traz confirmação, que o rap salva (Da merda)

Astuto tipo Tony Kroos, trouxe minha tommy gun

Andando tranquilão, to por andrômeda

Vim pra fazer um som e a força que me dá

Me traz confirmação, que o rap salva (Da merda)


[Verso 2: Jmka]

Carai jmka, me diz como tu faz assim pô

Minha vida é um som antigo minha letra é um corte no sample

Tudo calculado, metas pra concluir no meu tempo

Se tenho minhas neurose? Claro, todo homem tem pô

Tive no alcance e cansei

Bandido não dança e dancei

Dei a última forma e informei

Olhei pra minha vida e vidrei

Na tentação, implorando a mínima atenção

Tendo uma contração da contenção

Quando voltei a razão

Surgi com dez letra e seis refrão

Camisa nova e uma contração

Porque não dá pra ver tudo que eu sou, tipo Iceberg

Viciado em produção, tipo Heisenberg

Todo dia uma criação igual Pheneas e Ferb

A escrita me prende, chamo ela de Lindenberg

Viver sem compromisso é ruim pra ter

Viver só de sorriso é bom pra ator

As vezes o sofrido é bom pra ver

Aprendendo a viver valeu o pavor, valeu, valeu


[Verso 2: Magroteus]

Coé Magro, ei, cê não era assim antigamente

É claro, minhas cicatrizes protegem meus passos a frente

Na época do E.L.L.O, eu era muito inocente

E emocionado, com a cena do rap independente

Eu fiz moshpit bater, queimando caixa de som

Troquei meus poucos cachê em beat e produção

Coração sempre a milhão, seja no Méier ou Gustão

Não acumulei um tustão, memo assim me orgulhei

Passadas pique Hazard, recuar não é opção

Finta ou finalização, impossível de hesitar

Ao sentir a vibração, Mosh gritando o refrão

Falando sobre trabalho e não aguentar mais patrão

Rap não deu condição, então me condicionei

Como ladrão só dei um tempo e de dar tempo eu cansei

3 ano sem gravação, é, faltou lucidez

Mas desde que eu voltei, tô rendendo mais que oitão

No escadão do meu bairro, turno e ganho dobrado

GoogleMaps sem mapa e ninguém a passeio

Domingão tu tá safo?

Sangue aqui nunca é raro

Observei tempo e espaço

E vi que a vida é um anseio