[Letra de "V.D.Q"]
[Intro]
E aí [?]
Aham, é o SERVO
[Verso 1: SERVO]
Já não posso mais externar as vivências de quarto
Mesmo me dando gatilhos poéticos te ver de quatro (Foda)
É que eu preciso botar ritmo, alcançar a fama
Um preto pobre explícito, eles pegam pra Cristo ('Cê sabe)
Tão atrasadas essas patrícias brancas palmeando meus passos
Eu já deixei bem claro que meus versos são friamente calculados
Eu vou fazer o quê? Eu já nasci cancelado
Nada a provar pra ninguém, analiso o proceder
Eu não sou palmiteiro, eu sou buceteiro
Infelizmente não é comum preta jogar na minha cara
(Joga, joga)
Se não é do mеu controle, eu só lamento (Só lamеnto)
Olhou, sorriu pra mim de uma forma diferente, é dentro
('Cê sabe)
[Verso 2: Claudjin]
Eu tenho ódio à lá [?]
Paixão pela paixão, um amor malandreado ('Tá ligado?)
Não sei me adaptar em falsas médias (Não)
Prefiro torcida que plateias
Eu tenho a sorte de inimigos fortes
Não subi no monte, mas desci o bastante
Vim desenhando tipo Sandro e querem me ver Dante
Vitoriano no sapato, enganando os prompt
Ela quer ir no meu imóvel, moro na jogada
Se eu borrar seu rímel for o menor dos males
Minha pseudo liberdade, escrividão da arte
Mar quanto de um empenho cabe num ensaio?
[Saída: Claudjin]
CL no mic
É [?]